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SÉRGIO SANTOS, DE BLOOD OATH TATTOOS, FALA SOBRE OS SEGREDOS DE SUA PROFISSÃO

Interview
- Qual é a sua história pessoal? Como você se tornou proprietário ou gerente do negócio?
- Desde já obrigado por me terem convidado para esta entrevista. Comecei como amador No final de 2006, mas só em 2008 é que tive a minha aprendizagem a sério. Foram cerca de 9 meses no Lucky Thirteen Tattoo Studio no Algarve. Passada essa experiência regressei a Lisboa e comecei à procura de estúdios onde trabalhar. Trabalhei no Hateball Tattoo em Carcavelos durante um ano e uns meses e foi quando sai para abrir o meu próprio estúdio. Abri em Fevereiro de 2011 em Mem-Martins.
- O qué é o que os clientes exigem atualmente?
- Tatuagens mais pequenas, porque são mais baratas e porque a maioria dos clientes ainda não tem a "coragem" de fazer trabalhos grandes. Apesar de muitos me dizerem que gostariam.
- Qual é sua dica para sobreviver à crise?
- Bem tento tratar o cliente com o máximo respeito e atenção, mesma quando não são trabalhos mais caros e mais interessantes. Tento deixar o melhor trabalho possível e criar um certo ambiente onde a pessoa possa estar à vontade mas tendo em conta que o que ali faço é importante e também merece respeito da parte dela (cliente). Não é apenas "paga e vai-te embora".
- Qual é a última coisa que você tem feito para se diferenciar da concorrência?
- Acho que tem a ver como trato o cliente e a qualidade de trabalho que deixo. Cria-se uma relação de confiança e neste meio é extremamente necessário ter confiança em quem faz a tatuagem.
- Você sempre realizou a sua atividade atual? Você se desenvolveu em outro ramo de atividade?
- Antes de tatuar profissionalmente. Trabalhei noutros ramos por conta de outrem.
- Qual é o tipo de cliente que você tem?
- De todo o tipo. Já tatuei pessoas com mais de 65 anos, jovens com 16 (com autorização dos pais), médicos, pedreiros, actores, músicos, etc. Bons, maus e feios!